sexta-feira, 15 de maio de 2009

Homer Simpson Rocks!


Quem disse que o Homer Simpson não faz parte da galera estilosa do rock n' roll? Ele tem pose, atitude, estilo, uma guitarra fera, além de uma turminha básica de amigos.
Ganha um doce quem acertar o nome de todos os amigos roqueiros do Homer.

sábado, 25 de abril de 2009

Garfield minus Garfield

Já imaginou ler o seu quadrinho preferido sem o personagem principal dele? Não? Difícil de acreditar, mas teve alguém que pensou nisso. Tudo começou com a ideia do irlandês Dan Walsh. Ele resolveu apagar o personagem principal das tirinhas do Garfield, ou seja, apagou o gato de todas as histórias. Sem a participação do bichano, as historinhas bem-humoradas viraram uma espécie de retrato depressivo e esquizofrênico do jovem Jon Arbuckle, o famoso dono do Garfield. Prestando atenção nos diálogos, atá parece que Jon é meio pirado e talvez o Garfield só fale na cabeça dele mesmo.





A ideia das tirinhas Garfield minus Garfield surgiu em fevereiro do ano passado e virou sucesso na internet, ganhando aprovação do próprio criador do quadrinho original do Garfiled, Jim Davis. Ele chegou até a sugerir uma publicação sobre a nova tirinha.

Após o sucesso das historinhas do Garfield sem a participação do próprio, começaram a surgir algumas imitações. Uma delas é um dos personagens favoritos do Ratoberto e do Somerfildo, o Dilbert. Pesquisando sobre toda essa história de minus, encontrei algumas tirinhas do Dilbert minus everyone e Dilbert minus Dilbert. Para quem não conhece, o Dilbert é o principal personagem do quadrinho que leva o mesmo nome e foi criado pelo americano Scott Adams em 1986. A maioria das histórias são passadas dentro do escritório onde o Dilbert trabalha e sempre mostra situações bastante cômicas do cotidiano do personagem, além dos seus famosos amigos o rato Ratbert e o gato Catbert.








Para quem quise saber um pouco mais sobre o personagem e conferir as tirinhas originais, vale visitar o site www.dilbert.com.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Chocolate. I want one!

Essa propaganda consegue reunir duas coisas legais: chocolate e sorriso.
O vídeo é bem engraçadinho e faz parte de uma nova campanha da marca de chocolates inglesa Cadbury, uma das mais tradicionais e antigas fabricantes da delícia.

A primeira loja da marca foi aberta em 1824 por John Cadbury na cidade de Birmingham e depois, não parou mais de crescer até conquistar o primeiro lugar entre os fabricantes de chocolate em 2003.





Chocolate é um dos meus assuntos favoritos e até hoje não sei explicar quando essa paixão começou. Só sei que é um vício que já me acompanha desde criancinha e parece não ter cura. Pode-se dizer que a culpa disso tudo seria das civilizações Astecas e Maias, que muitos acreditam serem as responsáveis por uma das melhores invenções do mundo: CHOCOLATE.

Alguns milhares de anos atrás, esses dois povos viviam na América Central e cultivavam o cacau, a principal matéria-prima do chocolate. Segundo historiadores, esses povos utilizavam o cacau para fazer uma bebida apimentada e azeda ao mesmo tempo, usada apenas em ocasiões especiais. Com a queda do império Asteca séculos depois, mais precisamente em 1528, o cacau chegou até a Europa através do explorador espanhol Hernan Cortés, resposável pela invasão do México.

Logo, a bebida feita de cacau tornou-se a favorita dos reis e rainhas da Europa e era sinônimo de nobreza e riqueza. O chocolate como conhecemos hoje só surgiu quando o leite foi adcionado à receita e logo mais, alguém inventou um modo de comer e não só beber o chocolate.

Apenas no final do século 18, o chocolate tornou-se acessível a todos e passou a ser apreciado não apenas pela nobreza e sim, por toda a população da Europa e logo, dos cincos continentes do planeta.

Foi assim que começou um dos vícios mais gostosos do mundo todo.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

15 anos, doze anos depois.

Esses dias me senti com 15 anos de novo. Voltei a lembrar como eu era naquela época, o que eu pensava sobre a vida, as coisas que eu sonhava e o que eu gostava de fazer. As lembranças vieram com uma ajudinha de uma cantora que eu ouvia bastante naquele tempo e que fui no show alguns dias atrás: Alanis Morissette. Ás vezes a gente se esquece de uma fase da vida e basta ouvir uma música para viajar de volta ao passado e lembrar de situações e sentimentos.

Minha rotina aos 15 anos se resumia em acordar cedo, escolher uma roupa bonita, ir para a escola, paquerar o garoto que nunca me dava bola e ir para os treinos de capoeira. Nas horas vagas, ficava trancada no universo do meu quarto, ouvia muita música e ficava planejando como seria minha viagem pela Europa, além de sonhar muito. E quando falo muito, é muito mesmo. Eu acho que eu vivia num mundo à parte. Poucas coisas bastavam pra me deixar feliz, como comprar um cd novo e passar horas ouvindo, escrevendo no meu diário e sonhar com o dia em que alguém ia se apaixonar por mim. Eu era muito bobinha. Acreditava em príncipe encantado e tudo que vem junto. Sonhava com o pacote completo.

Apesar dos pesares, de me achar feia, de lutar contra a timidez, ainda acho que 15 anos é uma idade mágica, um pouco romantizada pela sociedade também, mas ainda assim, foi uma idade bacana pra mim. Quando penso em 15 anos, vem a mente o meu primeiro beijo, o primeiro show de rock e a primeira paquera que deu certo.

E já se foram 12 anos desde que tudo isso aconteceu.






Em 1996, essa era a minha música favorita da Alanis: Head Over Feet

sábado, 3 de janeiro de 2009

Clementine, tangerine.

Hoje me peguei assistindo a Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças pela milésima vez. É um dos filmes que fazem parte da minha lista de favoritos, que consigo rever sempre, mesmo sabendo quase todos os diálogos e cenas. É engraçado, mas esse é um daqueles filmes que eu poderia fazer parte do elenco. Consigo me ver em diversas situações que acontecem nele. Às vezes, me acho parecida com o Joel, outras com a Clementine. Dois perdidos, carentes, dividindo medos, ansiedades, sonhos e um amor inesperado, inusitado. Eu me sinto mais normal quando vejo sentimentos que me assustam, serem mostrados por outras pessoas, mesmo que seja através de personagens fictícios.

Mas o que acho mais legal em Brilho Eterno - além do título que é simplesmente o máximo - é a história principal de tentar apagar alguém da sua mente pra sempre. Até poderia acontecer, mas será que quando você acha A pessoa, daria certo? Quando é meant to be, não tem mais saída, não tem mais solução. Quando tudo conspira a favor, essas pessoas acabam se reencontrando. O universo, as estrelas, a magia. Não tem como evitar o que o destino já reservou. Você pode até tentar esquecer. Apagar as fotos, rasgar as cartas, deletar mensagens do celular e continuar se enganando, achando que isso é o suficiente para tirar alguém da sua vida. Podem ate aparecer outras pessoas, mas ainda assim, sempre que você ouvir aquela música do Tom Petty, ou ler um poema do T.S Eliot, as lembranças vão voltar.

E aí, você lembra como foi bom aquele primeiro beijo roubado, a primeira vez que teve vontade de segurar a mão andando na rua, o frio na barriga só em receber um sorriso, se sentir importante e sortuda por ter encontrado alguém tão doce, receber o abraço mais gostoso e aconchegante, as conversas de 3 horas ao telefone, a vontade de estar sempre junto, se dar conta de como está amando, amando de verdade pela primeira vez na vida, a saudade que não passa e que já virou amiga de todas as horas.

Talvez eu seja apenas uma das últimas românticas que existem por aí. Por isso que esse filme me conquistou. Eu sou uma presa fácil, daquelas que sempre esperam o final feliz, mesmo que ele precise passar por diversos obstáculos, quase corra o risco de não acontecer, mesmo que venha depois de muitas brigas, gritos, desilusões. Mas eu sei que lá no finalzinho, ele vai acontecer, a qualquer momento. Está apenas esperando a deixa, aquela hora em que não há mais motivo para lutar contra, quando tudo perde - ou seria começa a fazer - sentido. Quando não vale mais a pena perder ou deixar passar um minuto sequer sem estar ao lado dele, o seu amor.

Por isso, assista filmes legais, coma chocolate, sinta, viva, sonhe, ame.




A música do vídeo é a minha favorita da trilha do filme:

Everybody´s Gotta Learn Sometime - Beck


P.S: Já ia esquecendo a parte mais legal. O título do filme foi retirado do poema Eloisa to Abelard, de Alexander Pope. Esse é o trecho que inspirou o nome do longa:

"Feliz é o destino da inocente vestal,
esquecendo o mundo e sendo por ele esquecida.
Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças.
Toda prece é ouvida e toda graça se alcança”.